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Keep Queen Alive
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 Queen II
Van Wilde
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Os servos mal começam a entoar trovas e os sinos já estão a tocar em homenagem á Rainha, que caminha majestosa e única para a batalha épica entoando o rock medieval. Assim os profetas disseram e assim foi feito. É com orgulho que vos apresento Queen II!
Lançado ainda sob o selo da Trident Records, em 1974 já demonstrava maturidade e genialidade suficiente para serem uma grande banda. o álbum está dividido em ‘White’, composto por Brian May e ‘Black’ composto por Freddie Mercury e Roger? Bem...digamos que ele está no ‘Grey’.
O álbum abre com Procession , um instrumental assombroso e algo está por começar nesta aventura mística. Repare-se que Brian May está em absoluta inspiração. Foi utilizado um Deacy Amp, amplificador construído por John Deacon. Father To Son é um épico pesado e cheio de clamor,digno dos soldados de ouro marcharem em nome da Rainha para uma batalha devastadora. Freddie sussurra palavras de inquietude e poderosos devaneios que fazem qualquer fã de hard rock 70’s ter água na boca pela tamanha genialidade de Brian compor um tema épico como este. O termo certo para esta musica é Heavy Metal, para aquele tempo aquilo era mesmo ‘barulhento’, é engraçado como antes pensava que aquele som do piano (Freddie e Brian tocam piano) era um sintetizador.
White Queen (As It Began) é uma balada tão única que não há palavras para descreve-la. Freddie canta divinalmente e Brian lança rajadas da Red Special como se expressasse as suas próprias frustrações e estava mesmo! Enquanto Brian era estudante no Imperal College, Brian não conseguiu expressar o seu amor por uma tal rapariga e isso reflecte bem mais do que parece na letra. Antes de ’39 havia o Some Day One Day. Puro folk mas com clima denso, Brian toca com sentimento (como sempre) e usa a sua complexidade típica em três solos! A grande noticia desta faixa é que Brian canta pela primeira vez e alento lá isso tem.
Brian deixa o palco e as cortinas fecham-se para um pequeno intervalo. The Loser In The End é o que Roger sempre tentou construir desde o principio: rock in roll e estar nas tintas para com o resto. Roger canta, toca guitarra e bateria, tudo isso nos quatro minutos com um pouco de funk e puro hard rock. A primeira vez que ouvi este registo da loucura delirante de Roger fiquei uma semana com esta faixa dentro da minha cabeça que havia momentos de frenesins que punha-me a cantar sozinho. Realmente é viciante.
Abramos as cortinas para um novo e aterrador espectáculo e vamos aplaudir Freddie. Como dizia Nietzsche: ”porque a voz do homem adquiriu uma ressonância de ordem sobrenatural”.
Só dou graças por Ogre Battle não estar incluído no álbum de estreia mas sim neste, porque penso que se adapta mais no clima ‘dark’. Escrito em 1972, é claramente uma canção pesada e quase ‘trash’ e inclui conceitos complexos (para dizer mais lixados no mínimo) como por exemplo o truque do vento (em ordem inversa), gritos do ogre (truques da Red Special) e um grito berrante no inicio e no meio (da autoria de Freddie), o gongo e vai-se saber mais o quê. Roy Thomas Baker fez um trabalho excelente nos efeitos sonoros e temos que agradecer a esse senhor por isso. A letra obviamente fala sobre a batalha dos ogres. A primeira vez que ouvi The Fairy Feller's Master-Stroke achei um pouco estranho e até mesmo surrrealisticamente sentido com aquilo. Freddie Inspirou-se no quadro de Richard Dadd, com o mesmo titulo. Roy Thomas Baker toca castanholas, Freddie toca cravo e Roger e John fazem a sua parte. No ponto de vista de qualquer um concorda que a faixa soa a algo medieval/fantástico/folclórico, e não soa?
Nevermore é uma balada tipica do seu autor, sentado no piano e com a sua voz angelical. E não a ultima desse tipo.
The March of The Black Queen foi construída sob as égides dos Deuses que viviam em Cétera ajoelhando-se em homenagem aos Queen. De clima rock progressivo e extraordinários arranjos . Freddie excepcionalmente consegue descrever o fantástico para além da sua percepção em seis minutos, composto em 1973 enquanto tocava piano. Na minha sincera opinião posso distintamente dizer que é uma das melhores canções que a banda já teve no seu repertório e talvez uma das mais pomposas. A única que Freddie compôs em poliritmo. É engraçado como muitos comparam com Bohemian Rhapsody e é verdade, mas não deixa de ser única.
Funny How Love Is assemelhasse muito a I Can Hear The Music e tem um pouco de influencias dos Beach Boys. A única produzida pelo lendário Wall Of The Sound por Robin Cable, mantém-se ao sabor do pop rock mas tinha talento para mais. O fim da aventura épica fecha-se com Seven Seas Of Rhye, o primeiro êxito da banda, ainda mais digna que a instrumental do primeiro álbum, é uma mistura de relâmpagos com hard rock e perfis mitológicos e assim fecha-se a cortina e aplaudamos a sua majestade pelo espectáculo digno das brumas de oiro e pelo pequeno paraíso que partilhou com o publico.

Não é um álbum conceptual mas é auspicioso para atrair a atenção dos coleccionadores fanáticos do rock progressivo. Uma epopeia digna de se registar como um dos melhores álbuns de todos os tempos e o primeiro a chegar ao Top5 no Reino Unido enquanto que só chegou ao Top 100 na Billboard, mas temos que aceitar que eles ainda estavam no principio e para uma banda nova criaram um registo grandíloquo e único que mais nenhuma banda conseguiu captar até aos dias de hoje. A famosa fotografia na capa do álbum foi tirada pelo fotografo de renome, Mick Rock que naquela altura era o fotógrafo que mais registava o Glam Rock, a banda, visualmente, podia ser alcunhada de Glam Rock mas nas letras não. Até aos dias de hoje o álbum continua intemporal. Orfeu está orgulhoso dos seus pupilos e nós os fãs também.

1. Procession
2. Father to Son
3. White Queen (As It Began)
4. Some Day One Day
5. The Loser in the End
6. Ogre Battle
7. Fairy Feller's Master-Stroke
8. Nevermore
9. The March of the Black Queen
10. Funny How Love Is
11. Seven Seas of Rhye



chart position: 10 (UK)

escrito por Van Wilde

esta resenha é dedicada ao espirito eterno de Freddie e a todos os fãs no mundo, que seguem fielmente a banda.


Editado pela última vez por Van Wilde em Dom Jan 14, 2007 9:43 pm, num total de 1 vez

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 Queen II
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Editado pela última vez por Van Wilde em Dom Jan 14, 2007 9:43 pm, num total de 1 vez
 Re: Queen II
RMT
Good Company

Registo: 02 Nov 2005

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Ah, Van.. já sentia falta das tuas reviews... desta vez não tenho nenhum reparo a fazer.. mas sim corroborar contigo.

Procession é qualquer coisa de extraordinário (são só guitarras, mesmo a batida é feita na guitarra)

Father To Son... it really does not get any better than this.. does it? ;)

White Queen. Qualquer coisa de espectacular.

Some Day One Day. Adoro o baixo desta música e a batida meio off-beat.

Loser In The End, a nível de contexto pode estar fora do álbum sim, mas merece o seu lugar, quanto mais não seja porque é o tema onde o Roger tocou melhor bateria... melhor momento de SEMPRE! Ah, o baixo é divino também. Escute-se com atenção a "outro" da música.

Ogre Battle, continuo a dizê-lo: há alguma intro alguma vez mais forte e genial que a intro deste tema? :)

Fairy Feller's, a letra mais díficil de cantar dos Queen. Genial.

Nevermore, bela, muito bela.

The March of the Black Queen. Este sim, o tema mais complexo dos Queen. Mais complexo que Fairy king, Innuendo, BohRhap... Não há nada no repertório da banda mais tricky e dificil.

Funny How Love His. Um reparo, Van: "Wall Of Sound" não é um local lendário, mas sim um truque de produção sonora, desenvolvido pelo Phil Spector.

Seven Seas Of Rhye... What's there not to like?

O álbum em si, é o meu preferido da banda.
Nunca o consigo ouvir e deixá-lo a meio. Soa a heresia. Cada vez que o ponho, é MESMO do inicio ao fim.
Percebo que dada a sua complexidade sonora e ausência de músicas catchy, seja o álbum mais dificil para gostar, mas por isso mesmo. Este é a cereja em cima do bolo.
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 Re: Queen II
Lino6495
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Adorei. Tenho em vinil e é viciante. Adoro a Procession com entrada no Father to Son e depois a passagem entre esta e a White Queen (reporta-nos para a passagem entre Prophet's Song e Love of my life). Adoro Fairy Feller's, já viram o quadro? É mesmo surreal!
Referência wikipedia:
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Fairy_Feller's_Master-Stroke

Não diria que é uma música surreal, mas sim dadaísta, dado que Dadd introduziu o Dadaísmo!
Depoi sadoro Nevermore, Someday one day (o Brian canta-muito bem).

Ó Ricardo, que tal um Father to Son ao vivo? Wink

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 Re: Queen II
Vaudeville
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A melhor review de Van Wilde até hoje! Excelente, parabéns!! Razz



Este album é a base, a essencia daquilo que os Queen são capazes de fazer e que os demaracava em muito de todas as outras bandas!! Há aqui toda uma mistura de estilos, de sons, de coros, tudo envolvido com uma atmosfera trágica.. Um album completamente dionisiaco!! Nunca podemos dizer que este album está fora de moda. É um album intemporal! Tem uma atmosfera que mistura tudo, mistura todos!! Daqui por 100 anos o que sentirá quem ouvir o Queen II? Eu acho que sentirá algo muito bom, sentirá que está frente a frente com uma autentica obra de arte!

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"When you say vaudeville, to me vaudeville are songs like Seaside Rendezvous... the one Brian did, the George Formby... God, what's it called?... ahm.. The George Formby ukelele number on A Night At The Opera.
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Oh dear.. anyway...
It's the... God, what's it called?
A Night At The Opera! I'll think about it...
Those ones and Lazing On The Sunday Afternoon, that, I feel is.. is vaudeville."
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 Re: Queen II
JSG
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adorei a review...cm todas as outras...mas RMT para mim a melhor intro é msm de gimme the prize...e qq coisa de cativante e ensuredecedora...

wilde: continua assim q tens o meu aval Wink Very Happy

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 Re: Queen II
edurocks
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Van Wilde essa foi a melhor review que eu já li alguma vez feita, parabéns mesmo, está espectacular. Toda ela feita num ambiente medieval e obscuro interligado com o conteúdo do disco ficou fenomenal. Mais uma vez, os queen dando show e provando serem excelentes músicos. Queen II ficou para a história e é um álbum mítico e pesado.

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Queen- A melhor Banda do Mundo. Os reis do rock nunca morrem. Queen para sempre.

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 Re: Queen II
Van Wilde
Bohemian Member

Registo: 02 Nov 2005

Mensagens: 1534
Member No.: 60327
Local/Origem: Lisboa
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obrigadão pessoal.... Very Happy Queen II é mesmo um álbum fora de série...enquanto escrevi esta review ouvi o álbum duas vezes seguidas....os Queen criaram um monstro que não pode ser controlado....a imaginação é infinita...

RMT...eu sei que o Wall Of The Sound não é um local...mas obrigado na mesma

fiquem bem.... Wink

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 Re: Queen II
Diogo Mercury
Bohemian Member

Registo: 01 Nov 2005

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Só um reparo. Ninguém compara a Bohemian Rhapsody a The March of the Black Queen... simplesmente assimilam as músicas como parecidas. Pois a segunda... já respira e intensifica alguns calores da Bohemian. Já se sentia, que algo de genial iria aparecer no futuro.

E sim... também concordo. March of the Black Queen é das melhores músicas dos Queen... está no meu top 10!

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 Re: Queen II
Lino6495
Bohemian Member

Registo: 04 Nov 2005

Mensagens: 3768
Member No.: 60894
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Boh Rhap começa a aparecer na My Fairy King!

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 Re: Queen II
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Queen II é sem duvida o meu album favorito de Queen. Ouvi-o pela primeira vez em vinil em 1989 e fiquei sem palavras. É mesmo um album de culto.

Relativamente ao teu artigo, Van Wilde, deixa-me so corrigir que o lado White é composto por May e por Taylor (terminando com a "Looser in the End") e o lado Black é que é composto inteiramente por uma so pessoa (Mercury).

É engraçado que ao longo dos anos, tenho vindo a gostar menos da "The March of The Black Queen". Hoje em dia, condidero-a uma musica demasiado confusa, com partes que parecem claramente coladas umas às outras a partir de pequenos pedacos isolados. Falta-lhe unidade, na minha opiniao.

Nao vejo o Queen II ao nivel de outras grandes obras do rock progressivo da epoca, como o "Selling England by the Pound" dos Genesis ou o "Dark side of the moon" dos Pink Floyd, mas é sem duvida um album que se ama, ou que nao se entende de todo. Da minha parte, amo-o Wink É um album que consegue criar um ambiente muito proprio, magico, fantastico, de sonho... Lembro-me de ter uns 17 anos e sair à noite para dar um passeio de walkman a ouvir o Queen II. Lembro-me tambem de uma historia engraçada, passada com um amigo... Na altura os vinis e os CDs do Queen II nao tinham ainda as letras das musicas (a 1ª vez que apareceram as letras foi nas edicoes remasterizadas de 1994), pelo que era muito dificil perceber as letras. Esse meu amigo experimentou ouvir o Seven Seas of Rhye num walkman que tinha pilhas gastas, de forma a que a cassete passasse mais devagar e fosse mais facil perceber a letra Laughing

Obrigado pelo artigo, Van Wilde
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 Re: Queen II
sérgio marques
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review mto fixe! fiquei a saber coisas novas.
obrigado vanwilde!
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 Re: Queen II
Diogo Mercury
Bohemian Member

Registo: 01 Nov 2005

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Local/Origem: Matosinhos - Portugal
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Lino escreveu:
Boh Rhap começa a aparecer na My Fairy King!


Lino... fiquei tão espantado com a tua afirmação... que me obrigaste a ouvir a My Fairy King... Shocked

Vais-me dizer onde é que a My Fairy King... tem semelhanças musicais, assim como influências com a Bohemian Rhapsody? Ok... são do mesmo autor... mas nada a ver com o que é o colosso da Bohemian Rhapsody. Em My Fairy King... a única coisa que tem de semelhante é possivelmente o estilo Glam que tem... mas onde está a parte operática...? Não a consigo encontrar...

Já para não falar que as duas músicas em questão... são de momentos dos Queen, em termos musicais, totalmente distintos.

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 Re: Queen II
Daniel C.
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Registo: 01 Nov 2005

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Diogo, o próprio Brian May afirmou numa entrevista (acho que está no making of da Boh Rhap) que as bases para essa música estavam na My Fariy King...

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 Re: Queen II
Lino6495
Bohemian Member

Registo: 04 Nov 2005

Mensagens: 3768
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Local/Origem: Coimbra, Portugal
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O Freddie inspirou-se na harmonia e elementos imaginários do MFK para a Boh Rhap.
Até porque foi a partir da MFK que ele adoptou o apelido Mercury, o que é uma mudança de vida, estilo e de persona, o que poderá ser uma das razões da Boh Rhap... a "morte" da pessoa comum Farrokh Bulsara e o nascimento da lenda Freddie Mercuy.

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 Re: Queen II
Diogo Mercury
Bohemian Member

Registo: 01 Nov 2005

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Influências pessoais... acredito que tenha... musicais, nunca na vida. Como já disse... não têm nada a ver uma com a outra.

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Queen II
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